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As sombras que envolviam o Calvário desapareceram e a luz do sol começou a brilhar novamente e, de repente, ouvimos o seu clamor: “Tenho sede”. Nenhum tipo de sede que venhamos a sentir, por mais debilitante e abrasadora que seja, pode ser comparada à sede que Jesus sentiu na cruz. Ele sentiu a sede clássica dos crucifcados, que era o resultado de um longo processo de desidratação. Como é possível que o criador dos rios e oceanos tivesse os lábios ressecados pela sede? Como é possível que Aquele que acalmou o mar com sua palavra ansiasse por algumas gotas de refrigério? Aquele que fez milagres para os outros, se recusa a realizar um para si mesmo.
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