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As vezes, a minha vontade é sair por aí tacando fogo em tudo!
Eu leio cada absurdo, eu vejo cada coisa que é foda!
No podcast de hoje vamos dar algumas apunhaladas cruéis e furiosas na caretice, na burrice e no jumentismo do que?
Do que, do que, do queeee?
Autor de quadrinho nacional, é claro!
Olha o link pro download direto:
http://linkto.net/?134286085049708ff49395d2.97929254
25 Comments:
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Rodrigo "Nomad" Mendez
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Acabei de ouvir. Muito bom podcast BK!
É sempre bom ouvir essas coisas a respeito do quadrinho nacional para poder refletir sobre a situação desses autores que decaíram e obviamente partir para a ação.
Afinal, quem disse que não podemos aprender com o erro dos outros?
P.S.: Eu sou o Numar.
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o_slang
said...
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Oi Zé,
Pequenas correções de data.
A exposição do Tezuka aqui no Brasil foi em 1984. Eu conheci você e o Peixoto em 1985. E Peixoto me levou pra conhecer o Tony lá por volta de outubro ou novembro de 85, lá embaixo do Roldão.
Acredito que a grande dica do Tony foi lhe revelada neste ano... você começou com a gente também, confere?
Abs
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Anonymous
said...
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Realmente sempre bom ouvir o podcast...
Puta merda vc tem razão, desenhando para os gringos vc tem 5 a 10 anos memso, a não ser que vc seja um BamBam Bam, tipo Brian Hitch da vida ou até mesmo o pouhha do Jim Lee que até hoje está aí.
Quanto aos brasiçeiros um ou outro está aí desde o início desse lance de agenciamento no Brasil, sempre indo e voltando se reciclando ( entre aspas) como o Roger Cruz que fopi foi foi depois de fodeu e hoje está de volta...
Mas que merda hein realmente o final dos desenhistas brasileiros é dar aula por merreca...que coisa...
Agora ele sempre se fode desde o começo hein, passar pela ArteComics é uma coisa horrivel, conheço um pessoal que passou pelo Crivo dos caras, ou do cara, o tal Joe Prado é que agência a molecada agora né, pois este segundo me contaram é um arrogante de primeira, destrata todo mundo e tudo mais, merda hein o cara ja inicia sua carreira sendo exculaxado por um sujeito que é um péssimo desenhista mas que tem o PUDER né, ele decide quem vai e quem não vai para os gringos...(estou falando de quem tenta essa pouhha de agenciamento e tals...)
Um podcast atras ae vc disse que conheceu essa parada da ArtEcomics, sempre foi essa putaria???
Mais uma vez parabens pelo podcast e pelo Blog/Site!!!!!!!!!!!!!!!!
Ass: LOXAS
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João da Silva
said...
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O Jim Lee realmente continua até hoje, mas já vendeu a empresa e os personagens pra DC, né. Tá trabalhando pra eles agora, mas pelo menos o dinheiro da venda deve ter sido razoável.
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max
said...
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andei lendo uns artigos por ai sobre os autores nacionais... realmente rola muito essa coisa de "endeusamento" do ego. Bom, será que alguem, do meio, alem de vc, ve como as coisas estão cagadas assim? Me informei em algumas editoras sobre publicações, e isso consta tambem: mande um trabalho fechado, começo meio e fim, e será meio caminho andado, se cair no gosto deles.
estou aprontando uma com seu mil nomes. me xingue depois. hahahaha! abraço!
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Anonymous
said...
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Zé , no próximo podcast fale sobre como criar um plano de negócios para uma história em quadrinhos!
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Darkseid
said...
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Concordo com o carinha aí de cima...
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Morgoth
said...
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Concordo com ambos acima.
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Darkseid
said...
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É uma observação interessante, BK. Refazer a idéia dos super-heróis. Chega de capa, chega de colantes, chega de esteriótipos baratos!!!
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max
said...
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vale lembrar que isto é até uma tendencia no mundo dos quadrinhos... mostrar o super heroi do ponto de vista mais humano, sem prezar a aparencia externa. acho que o homem animal, do grant morrison, foi uma boa mostra do que da pra fazer com um personagem aparentemente banal, jogado no cotidiano e na vida real, dentro do universo DC. muito bacana, quem quiser conferir procure por ai aquelas edições da DC2000 antigas, ou na web mesmo. abraço.
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David
said...
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BK, a pergunta que não quer calar:
Você faz aqueles ruídos repugnantes (quando fala que quer comer uma "xaninha nipônica" ou sobre as menininhas) com a boca ou com o cu?
Responde aê pro teu considerado!
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marcio
said...
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Caralho! Tenho de parar de escutar seus podcasts no trampo! Teve partes que eu quase me rachei de rir aqui, hehehehe!
Muito bom! Ainda a muito o que fazer pra melhorar os quadrinhos brasileiros e pra começar só olhando as cagadas que tão sendo feitas e dar a descarga nelas.
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Roberto Pereira
said...
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Humildemente agradeço a todos pelas gentis palavras de apoio e prometo, sempre que for possível, aprimorar as idéias que apresento e amplia-las com suas sugestões e dicas.
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Fábio Leite
said...
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Zezão, com relação à obsolescência do traço de um desenhista: o que você diria de autores mais "cartunescos", como Sergio Aragonés (Groo) e Albert Uderzo (Astérix), que até hoje publicam e vendem bem sem terem mudado substancialmente seu modo de desenhar?
Até o próprio Merdício de Sousa mantém aquele traço "padrão" desde a revitalização dada pelo Aluir Amâncio, e continua vendendo - apesar do sucesso da "Mônica Jovem" (que nada mais é do que o padrão do traço da Tina com "olhos grandes, retículas e gotinhas"). Como você explicaria essas exceções?
Não sei se esse fenômeno do traço do autor ficar antiquado com o tempo ocorre em todos os casos, mas em todo caso achei que são perguntas importante pra se fazer.
Abraço!
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Pedro Morgado
said...
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Sergio Aragonés e Albert Uderzo se enquadram na categoria dos que emplacaram suas próprias criações. Não são desenhistas pião-de-obra.
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max
said...
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acho que um dos problemas do roteirista/desenhista nacional, principalmente quem esta começando, é separar a parte "leitor" da parte criador/escritor da história. muita gente escreve querendo sentir o que obtem quando lê, e isso caga tudo. é preciso técnica tanto para desenhar quanto para roteirizar...
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Roberto Pereira
said...
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Fábio, a questão não é exatamente o traço em si. Mas o que ele ilustra, o que ele representa.
Não é só o traço que se torna obsoleto mas, sim, todo o conceito da HQ, toda sua forma, seu formato, sua idéia, tudo.
Claro que há excessões como é o Aragonés e mesmo o Tintim, mas seus artistas alcançaram um estágio de distanciamento do esquemão. Alcançaram uma personalidade única que pode ou não leva-los à "eternidade" mas não é necessariamente o traço que os destaca.
É a HQ como um todo.
Mas perceba que o Aragonés ficou datado, junto com o Tintim, apesar de todos os méritos.
Mesmo o MALrício de Souza volta e meua fica obsoleto mas ele mesmo trata de buscar novas fórmulas, sejam estéticas quanto temáticas, de formato, de abordagem, etc.
Porém, mesmo a HQ mais datada e ultrapassada, mesmo o personagem mais caquético pode passar por um processo de REVITALIZAÇÃO.
Esse processo é fundamental para a recuperação do interesse dos novos leitores.
Asterix é um caso a parte porque ele, que nem o Tintim, é uma instituição. Ele é aceito do jeito que é e pronto pois alcançou um grau de EXCELÊNCIA!
Daí a genialidade de sua criação e concepção.
Mas mesmo o Asterix passou por mudanças. Basta ler suas primeiras edições e comparar com as mais recentes.
O que faz o autor ficar datado é a cabeça do cara: se ele se isola do mundo, se ele só pensa em termos de anos 60/70, só mesmo um cara de fora do esquema prá revitalizar o dito cujo.
Foi o que Alan Moore fez com Miracleman e Monstro do Pântano.
Pode funcionar, pode não funcionar mas o mais importante é esse DESEJO DE MUDANÇA!
Algo que praticamente não existe na HQ nacional aonde se descobre um "jeito" de fazer HQ...
E se fica nisso para sempre.
Tipo Laerte, Angeli, Emir Ribeiro, Claudio Seto, Malagola e tantos e tantos outros.
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Anonymous
said...
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Eu me mijo de rir com suas palavras de incentivo, José... Tu deveria escrever um livro de motivação ao autor nacional com "EU QUERO QUE VOCÊ MORRA!" no título^_^!
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Brunovsky
said...
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Porra, mais engraçada que a voz do bebê foi a do Emir Rameiro: "Ah, minha Velta!" hahaha
BK, sobre o livro dos Elementais que vc mudou o titulo pra Pedro a pedido do seu Editor. Eu achei bacana, mas ao meu ver eu acharia que um livro chamado somente ELEMENTAIS iria parecer uma coisa séria demais, acho que a criançada não ia se interessar. Mas somente PEDRO iria ser um pouco comum. Porque não colocar PEDRO e os Elementais (como praticamente um subtítulo)? Eu acho que não ficaria tão normal e teria um ar misterioso. Que tu acha?
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Quadrinheiro Bagaceira
said...
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BK primeiramente parabéns pela iniciativa, kra eu não te conhecia direito entretanto hoje tenho que admitir que vc realmente fala coisas que tem que ser consideradas, concordo com muita coisa que vc fala mas infelizmente a maioria dos quadrinheiros nacionais são muito limitados para compreender a sua mensagem que apesar de ter uma forma chula carrega em seu bojo a mais cristalina verdade da nossa mediocridade cultural, VC FAZ AQUILO QUE O BLENQ SE TIVESSE CABEÇA DEVERIA FAZER PARA DEFENDER E LUTAR DE UMA FORMA REAL PELAS NOSSAS HQS,claro que é importante manter a memoria dos antigos autores como o Flávio Colin,Colonnese,etc mas os kras ja deixaram o seu recado e se foram, agora cabe a nós levar o bastão adiante e fazer uma história melhor para as futuras gerações e ao mesmo tempo construir um mercado para isso, como diz vc criatividade,inovação, bussines,exelência, são fundamentais para isso.
Mas vc é uma voz que clama no deserto meu amigo, a maioria dos quadrinistas é limitada intelectualmente para compreender as suas intenções, e quem não é limitado é meio viadinho e se escandaliza com o seu jeito tosco de ser, afinal estamos falando de gente que se leva muito a serio como pessoa e como artista mas não consegue ver hq como um negocio, um entretenimento que tem que dar lucro para quem faz, desse jeito fica foda!
Acompanhei um pouco as suas conversas com o Gon da NHQ, a hq do Crânio parou de ser feita e eu fico aqui pensando se ele tivesse te dado realmente ouvidos,a coisa poderia ser diferente, e é por isso que eu faço coro com o pessoal, no proximo podcast fale um pouco de como criar um plano de negócio,de como inovar, fale mais também de como fazer um marketing eficiênte etc, e não desista porque vc tem nos ajudado a ver as coisas de uma forma um pouco mais ampla!
Fala Derci!!!
Abraços (por trás)
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Fomfim
said...
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Phoda dimais! Continue sempre!!!!
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Roberto Pereira
said...
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Quando a gente faz um livro, sempre se esquece que tem um camarada que manja dele tanto, ou mais, que a gente: é o editor.
Eu tenho uma concepção do livro de um jeito, mas é o editor quem vai indicar o que pode ser melhorado na minha obra.
Por isso que eu deixei de lado o nome "Elementais" e usei apenas o "Pedro" pois o editor indicou essa mudança estratégica como um importante aprimoramento na adequação do livro ao atual momento do mercado editorial.
Mas, se dependesse de mim mesmo, eu não colocaria título nenhum!
Só o desenho da capa diz tudo e foda-se!
O subtítulo complica porque o leitor comum entende que pode ser um volume de uma coleção.
Daí ele não compra e eu tomo no cu!
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Roberto Pereira
said...
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O problema do Blenq é um só: ele mesmo.
O cara foi atrás de publicar seu zine, se aliou a um monte de gente, está tendo sua exposiçãozinha...
Mas a MERDA é que é ELE que está cuidando das coisas, sacou?
O cara não sabe escrever, não sabe criar um roteiro e, pior, não tem um pingo de originalidade.
Eu acho que o Blenq é uma versão mais "speed" do peixoto: os dois não tem o menor talento prá coisa alguma, mas sempre descolam alguém prá lhes fazer as coisas...
E fracassam.
Não que o sucesso seja algo simples: nunca foi, nunca será.
Mas eles não querem sucesso de verdade, sacou? Eles querem é fazer apologia de suas idéias de jerico e mais nada!
O autor nacional é isso, um camarada que só quer fazer barulho sem maiores interesses, desde que venda seu fanzininho.
Beleza, direito dele.
EU NÃO!
Eu quero é que meu livro vire animação ou filme da Disney! Si fudê autor nacional, vá à merda esse derrotismo do caralho! Eu quero a Toei animando o Mil Nomes, quero canadense bancando os Elementais!
EU QUERO GRANA, MEU AMIGO!
QUERO AS COISAS ACONTECENDO!
Mas não preciso me prostituir feito uns e outros e nem desabar pro delírio egocêntrico!
A bagaça precisa dar lucro mas o lucro não significa que você virou um Jim Lee...
E se voê virou, QUAL O PROBLEMA???
É muito legal fazer quadrinhos, então porque não fazer quadrinhos GANHANDO DINHEIRO COM ISSO???
Caralho, esses caras tem nojo de dinheiro, mano!
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Roberto Pereira
said...
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O próximo podcast é sobre plano de negócios.
Se o Gon da NHQ fosse esperto, teria me puxado num canto e aplicado minhas idéias nas coisas dele.
Mas ele é muito BURRO, cara!
Só pensa naquela porcaria de Crânio, aquele design plagiado da DC e o símbo dos Incríveis no peito!
QUALÉ, MANO????
Com uma idéia dessas ele nunca vai sair da sarjeta!
Por mais que ele desenhe bem, TÁ ERRADO O PERSONAGEM! Tá errado o design, o roteiro, a concepção, o formato, tudo!
TUDO!
E eu disse isso prá ele, mas o cara é cego, surdo e alienado. Azar o dele!
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bruno urbanavicius
said...
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porra, zé roberto, drum'n'bass já é datado faz uns dez anos!
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