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Atendendo a pedidos desses pobres doidos que insistem em que continuemos com este nossa trabalho maluco, apresentamos um novo podcast!
Cheio de alegria, diversão, besteiras e tolices que com certeza irão lhe agradar!
Hoje vamos falar de celulares, quadrinhos, charlatanismo, Orkut, Perry Rhodan (e sua comunidade), forum MBB e, claro, muita comédia sem a menor graça!
E se você não conseguir ouvir e nem baixar a bagaça, olhaí o link prá download:
http://linkto.net/?30461034349242d90ad1732.27413329
Ouça aí, mano!
14 Comments:
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Anonymous
said...
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Ô BK, tem um japa que quer legalizar casamento com desenho animado:
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI3295633-EI1141,00.html
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Kamen Rider
said...
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Tem coisa pior, sabe qual é a proxima novidade do Mauricio?
PELÉ MANGÁ.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u462493.shtml
O cara abriu mesmo as pernas pro Japão!
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Agronopolos
said...
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Pô JRP...
Disponibiliza os antigos para gente tb tio....
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Anonymous
said...
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pelé mangá é o fim da picada!
nem quero que venha!
pois se vir o maurício tá maluco!
mauricio é o inimigo dos autores de quadrinhos desse país e desenhistas que desenharam a mascote da colônia do centenário da imigração . eu considero maurício de souza o corrupto do quadrinhos do brasil.
cassaro é sonhador. e holly avenger em desenho animado nem virá! só nas promessas do cassaro.
kitsutsuki
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João da Silva
said...
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BK. No Brasil, se o cara quer comprar uma história dos X-Men, tem que pagar por várias outras histórias mutantes que vêm junto. Por quê? A editora usa as outras pra encher lingüiça mesmo? (elas devem ser compradas dos EUA mais barato do que a dos X-Men, eu acho)
Eu usei X-Men só como exemplo, faz tempo que não leio.
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David
said...
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BK, O Maurício é casado com uma japonesa, obviamente iria abrir as pernas pro Japão tão cedo, porra.
Eu nem compro uma merda dessas porque fede a picaretagem (óbvio!), e creio que nem os otakus o fazem. Porque eles querem o mangá original, acho que aquele Rola Avenger durou 40 números pq englobava leitores da revista Anime EX e da Dragão Brasil.
Por isso que sobreviveu tanto.
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Roberto Pereira
said...
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João bobão!
A formatação das HQs em países que não os EUA sempre estiveram baseadas no formato almanaque. Ou seja, várias histórias num mesmo volume. E era assim no Brasil até os anos 90, com Heróis da TV, Almanaque Disney, etc.
Só que os EUA decidiram acabar com as revistas populares e jogaram os títulos prá valores muito caros, com um fiapinho de história e desenhos fantásticos.
Só que eles quase quebraram, só voltando há poucos anos ao formato popular.
O que você diz é baseado no pensamento de leitor retardado, burro e acomodado pois esse formato aí das bancas brasileiras vai contra o formato das HQs no mundo todo, seu palerma!
No Japão, na Itália, Coréia, Inglaterra, etc, sai PRIMEIRO o almanaque e DEPOIS as histórias ganham edições próprias. Pois a revista popular subsidia a revista mais cara.
No Brasil não temos mais a revista popular porque os editores lançam 32 páginas a 8 reais quando poderiam lançar 100 páginas a 4 reais.
Mas isso acarretaria em mais trabalho, mais títulos, mais licenciamento, maior tiragem e, consequentemente, uma redução de seu faturamento na alteração de seu modelo editoria...
E menores lucros.
Pois hoje o editor ganha a mesma coisa com 4.000 exemplares o que antes ganhava com 100.000!
Pensa bem: o que é melhor?
Levar um único gibi caro e com uma única história ou um catatau desse tamanho com muito mais histórias, muito mais diversão e por um preço mais acessível?
A Shonen Jump funciona assim há mais de 50 anos e não me consta que os japoneses pensem em mudar o formato da publicação, certo?
Maurício de Sousa foi pro mangá não por causa da mulher dele.
Ele foi pro mangá por simples decisão de marketing.
Não se trata da influência da mulher dele, isso é delírio seu.
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Fábio Leite
said...
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Zezão, aproveitando que você estava descendo o cacete no Lourenço Mutarelli, que eu também acho chato, queria saber sua opinião sobre autores como Wellington Srbek e a dupla Fábio Moon e Gabriel Bá (que faturaram o Eisner em parceria com os gringos) etc.
Particularmente, acho que eles trazem algumas idéias muito boas, mas tudo se perde no meio de certa punhetação pessoal, você sabe...
Eu acho que o mercado brasileiro de quadrinhos não tem solução viável enquanto houver autores despreparados e masturbadores e editores tiranos, mas talvez a vendagem do Mônica Mangá (argh!) auxilie alguns projetos, como você disse no podcast anterior.
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Anonymous
said...
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bk . respondas essas perguntas:
1) fale sobre a discriminação de japoneses aqui no brasil nos cem anos da imigração!
2)em 1972, minami keizi ( o pai do mangá brasileiro, assim ele considera)tentou trazer o mangá licenciado do tetsuo chiba o ashita no joe nesse ano.seia o primeiro mangá a ser publicado no ocidnte mas os editores da época barraram ele por não "arriscar" publicar gibi de uma cultura alienigina em época de ditadura militar.
3) o mangá que keizi não foi publicado pelos editores da época foi por preconceitos a japoneses?
4) venda o mangás das elementais nas feirinhas de bairro .faz igual os camelos.
5)qual o poblema espiritual do sérgio peixoto?
6)O que você achou da eleição de barak obama.o primeiro presidente negro do estados unidos da america?
7)você assistiu o filme "o professor aloprado" com eddy murphy em que ele sacaneia um gordo cientista de uma universidade que quer ser magro e cria um montro do ego dele. no 2 fala da familia feeman tuco gordo.dê um comentário sobre esse filme!
8) qual o desenho japonês classico que você ama e é engraçado que só lembra babaquice em seu conteudo?
qual o melhor humorista do japão e da televisão e é babaca e faz todo mundo rir?
gasparzinho. o fantasma camarada.
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Anonymous
said...
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continuando....
9) houve um caso de uma con de otakus lá no estado do ceará que as duas meninas brigaram e foram apartadas porque a outra rasgou o desenho de mangá que a outra pos no mural dos mangákas porque a outra sentiu inveja da outra.e lógico era do naruto é claro! e ninguem mais ninguem comentou isso que teve essa briga das otakas lá no ceará. eu ouvi de um colega meu que viu a briga nessa convensão que foi realizada num ginásio de esportes do ceará.o que o senhor tem a dizer sobre ess comportamentos das minas?
10)qual os desenhistas de mangás ou alternativos brasileiros que para você são babacas?
o mesmo.
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Roberto Pereira
said...
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Eu vou responder tudo isso num podcast.
Tá bom assim prá vocês, santas?
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João da Silva
said...
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O problema com almanaque de super-herói americano "mainstream" (não sei de uma palavra melhor) é que eles enchem de história merda, nem escolhem. Não tenho nada contra o formato almanaque em si, quando era mais novo comprava o Almanaque Disney.
Ah, não sei se precisa dizer, mas eu não sou o David.
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Roberto Pereira
said...
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O problema dos quadrinhos gringos...
É que são quadrinhos PARA gringos.
Não são para brasileiros, quanto mais para senhores da minha idade.
São para adolescentes gringos, alguns até para crianças gringas.
Vocês só consomem porque são passivos, acomodados e porque os autores nacionais não tem competência prá fazer alguma coisa semelhante.
Quanto mais melhor!
Prá quem é fanboy é uma delícia.
Pro resto dos leitores que não são fanboys, é uma desgraça.
Por isso eu não leio mais nada.
Não há quadrinhos para senhores da minha idade.
O que tem custa mais caro que livros e só se encontra em livrarias.
E eu sou rato de banca e detesto livrarias, quanto mais comics-shops!
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João da Silva
said...
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Tá certo.
Só esclarecendo, eu parei de comprar revistas de heróis regularmente na década passada, um tempo antes de começarem com a série Premium (que foi um absurdo; quem quisesse ler a revista do Batman tinha que pagar 10 reais por mês, e as histórias eram ruins e mal desenhadas).
Um brasileiro que quisesse fazer quadrinhos a sério devia pensar em ser _melhor_ do que os americanos, japoneses e europeus, porque eles também fazem muita merda (isso eu nem preciso falar). Ao invés disso, ficam imitando a Image recém-formada (primeiros quadrinhos da Trama) e os mangás antigos publicados nos EUA em formato americano (Holy Avenger). Por que formato americano?!
Se bem que não existe muito motivo pra querer ser melhor. No Brasil não se ganha nem um puto com isso.
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